10 dezembro 2008

Welcome

"Cats have been kept by humans since at least ancient Egypt (...).
Several ancient religions believed that cats are exalted souls, companions or guides for humans, that they are all-knowing but are mute so they cannot influence decisions made by humans (...).
There are also negative superstitions about cats in many cultures. An example would be the belief that a black cat "crossing your path" leads to bad luck, or that cats are witches' familiars used to augment a witch's powers and skills. (...).
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Legends, myths, folklore and fairytales:
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Bast (or Bastet), Egyptian goddess with the head of a cat,
Cait Sidhe, a fairy creature from Celtic mythology,
The cat was the animal of Libera, the Roman mythological personification of Liberty,
Freyja's horse-sized winged cats, who draw the Norse goddess's chariot,
Maneki Neko, the lucky beckoning cat of Japan,
Patripatan, the cat that climbed into the sky to praise its master to the gods in South-East Asian Indian mythology ,
Puss in Boots, a cat from a European folk tale,
The Cat in the Adage which is mentioned by Lady Macbeth in MacBeth (...)"
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- Wikipedia -

19 novembro 2008

Book

"A book is a dream that you hold in your hands."
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- Neil Gaiman -
(Sandman)

08 novembro 2008

Think about it

"(...) Franqueado o portão principal, corta-se-nos a respiração, não porque a morte em pessoa nos tenha vindo receber, mas porque damos de caras com um imenso jardim, de enormes avenidas, ladeadas de árvores centenárias onde pontua o verde, numa paisagem que nos faz esqueçer que estamos em casa da dita cuja. (...) E ali ficamos à conversa mais um bocadinho, até que outros mortos nos chamam a retomar o passeio. E é mais adiante que finalmente sentimos a presença daquela que até agora, apesar de estarmos nos seus domínios, tinhamos resistido a enfrentar. A "secção" onde estão enterrados os que não tiveram tempo de viver. (...) As campas rasas, uma placa de madeira, um nome, às vezes uma idade, curta, e quase sempre um objecto, que se presume fosse o mais querido da criança ou do jovem ali enterrado, um peluche, um skate, uma camisola, que se recusam a aceitar aquela morte. Aqui o silêncio é sepulcral e a vontade é de chorar."

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- Catarina Pires -
(Notícias Magazine)

04 novembro 2008

Human Need

"Throughout the long span of time in which the human imagination has created beings of fantasy solely for its own pleasure, a dark and erotic creature has existed. Its name is the vampire. In myths, you keep us alive by sacrificing your own heated blood; in reality, you feed our existence with your desperate longing for the ecstasy that we represent.Your's beloved vampire kills to sustain its own life. We have learned to accept and enjoy this act of murder. And so, the story of our fate is redolent with evil. Yet, all around, there is evidence of the human need for us, vampires.What is it that calls you to the concept of the blood-feasting stranger wandering in oblivion of the eternal night? Why do you keep us alive? One answer to these questions is the delicious shiver you feel when you imagine succumbing to our hunger. You play the role over and over again in your minds; you become the victim in this erotic fantasy. You can envision it all: the stranger with ivory skin and jet locks, those unyielding and strong arms, the flicker of translucent eyes, the agony of the piercing kiss, and finally the orgasmic seizure that accompanies the hot and scarlet flow of blood. Yes, it has masochistic undertones, but you love every moment of it. (...)And so, we, the vampires, in reality, are truly eternal."

31 outubro 2008

Trick or Threat

Halloween has its origins in the ancient Celtic festival known as Samhain. The festival of Samhain is a celebration of the end of the harvest season in Gaelicc culture, and is sometimes regarded as the "Celtic New Year". Traditionally, the festival was a time used by the ancient Celtic pagans to take stock of supplies and slaughter livestock for winter stores. The ancient Gaels believed that on October 31, now known as Halloween, the boundary between the alive and the deceased dissolved, and the dead become dangerous for the living by causing problems such as sickness or damaged crops. The festivals would frequently involve bonfires, into which bones of slaughtered livestock were thrown. Costumes and masks were also worn at the festivals in an attempt to mimic the evil spirits or placate them.
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- Wikipedia -
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Have a scary, dark, creepy, doomed, wounded...
and great
HALLOWEEN!!!

23 outubro 2008

Da Roda dos Tostões

Clambering men in big bad boots
Dug up my den, dug up my roots
Treated us like plasticine town
They built us up and knocked us down
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From meccano to legoland
Here they come with a brick in their hand
Men with heads filled up with sand
Its build
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Its build a house where we can stay
Add a new bit everyday
Its build a road for us to cross
Build us lots and lots and lots and lots and lots
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Whistling men in yellow vans
They can and drew us diagrams
Showed us how it all worked it out
And wrote it down in case of doubt
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Slow, slow, quick, quick, quick
Its wall to wall and brick to brick
They work so fast it makes you sickI
ts build
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Its build a house where we can stay
Add a new bit everyday
Its build a road for us to cross
Build us lots and lots and lots and lots and lots
Its build
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Down with sticks and up with bricks
In with boots and up with roots
Its in with suits and new recruits
Its build
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- Housemartins -
(Built)

04 outubro 2008

R.I.P.

"(...) Morte! Misteriosa e soturna amiga da fraca humanidade! Porquê, entre todos os mortais, me negas o teu seio protector? Ah, ter a paz da cova! O profundo silêncio do túmulo inviolável! Onde o pensamento cessasse de me atormentar o cérebro e o meu coração deixasse de bater por emoções que são apenas novas formas de tristeza! (...)"
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- Mary Shelley -
(Contos Góticos; O Mortal Imortal)

14 setembro 2008

Armand 'n Lestat - the embrace

“(…) Olhei para Lestat, que não se movera, o cabelo um pouco acido sobre o ombro esquerdo, tal como dantes(…).Lentamente, afastei-lhe o cabelo com maior ternura e apercebi-me numa silenciosa perturbação que uma das minhas lágrimas lhe caía sobre o rosto.Era vermelha, porém aguada e transparente (…).Todo o peso dos seus desgostos me parecia inimaginável, no meu espírito, a sua noção expandia-se para incluir a tragédia de todos nós, daqueles que matam para viver e que prosperam na morte, mesmo quando a própria Terra a decreta, que são amaldiçoados com esse conhecimento e que sabem de que modo tudo aquilo que nos alimenta agoniza lentamente, deixando de existir. (…).Lentamente, encostei os lábios à sua pele pálida e acetinada, respirando o inconfundível cheiro e sabor, doce e indefinido, profundamente intimo, formado por todos os seus dons físicos e por aqueles que depois lhe foram conferidos, enfiando-lhe os meus caninos aguçados pela pele, de modo a provar o seu sangue. (…).Era espesso como mel, de sabor profundo e forte, um xarope para os anjos. (…).A cada lenta batida do seu coração saía outra golfada, de modo que tinha a boca repleta e a garganta involuntariamente inchada. O som do seu coração tornava-se mais alto, enchendo-se a minha visão de uma neblina avermelhada(…).Lestat não se mexera. Sabia que não. (…)”
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- Anne Rice -

10 setembro 2008

In a lonely place

"One day you are going to lose everything you have. Nothing will prepare you for that day. Not faith... not religion...nothing. When someone you love dies, you will know emptiness... you will know what it is to be completely and utterly alone. You will never forget and never forgive. (...) So, if anything, at least take this lesson (...): think about what you have to lose. (...)"
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- John Bergin -
(The Crow)

09 setembro 2008

Violin

"(...) There is a man... playing a violin...
and the strings...
are the nerves in is own arm.(...)"
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- J. O'Barr -
(The Crow)

03 setembro 2008

Vós

“Ver-me-eis como a um condenado
Alguém a quem a sorte pôs ao lado
No tribunal da vida a ser julgado
Sozinho no mundo sem ser amado
Olhar-me-eis como quem foge da morte
Como se assim vos sentísseis mais forte
Num pedestal bem alto vos entronaste
Nessa surda realidade que sempre desejaste
(…)
Vós de mãos escondidas nesses trajes de mentiras
Que sorriem quando a natureza fazem em fatias
Vós de passos largos que afinal nunca subiram
Que veneram deuses que nunca viram
Vós que sois como eu vos vejo
Vós que da vida fazeis o vosso desejo
Sois apenas e só a quem eu digo
Mortal é todo aquele incompreendido.”
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- Afonso Pedro -

29 agosto 2008

Pedra Filosofal

"Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer,
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso,
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos,
como estes pinheiros altos
que em verde e oiro se agitam,
como estas aves que gritam
em bebedeiras de azul.
eles não sabem que o sonho
é vinho, é espuma, é fermento,
bichinho álacre e sedento,
de focinho pontiagudo,
que fossa através de tudo
num perpétuo movimento.
Eles não sabem que o sonho
é tela, é cor, é pincel,
base, fuste, capitel,
arco em ogiva, vitral,
pináculo de catedral,
contraponto, sinfonia,
máscara grega, magia,
que é retorta de alquimista,
mapa do mundo distante,
rosa-dos-ventos, Infante,
caravela quinhentista,
que é cabo da Boa Esperança,
ouro, canela, marfim,
florete de espadachim,
bastidor, passo de dança,
Colombina e Arlequim,
passarola voadora,
pára-raios, locomotiva,
barco de proa festiva,
alto-forno, geradora,
cisão do átomo, radar,
ultra-som, televisão,
desembarque em foguetão
na superfície lunar.
Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida,
que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança."
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- António Gedeão -
(Movimento Perpétuo, 1956)

21 agosto 2008

Dark Love


16 agosto 2008

The prayer of Elizabeth

"Come to me Clouds
may you rise as an evil storm
born to rip them open
let the cover of the night bear
witness and destroy those
who resist so they shall harm me not.
Let the blood of many cleansing me
preserving my beauty eternal.
I pray you."
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- Stay Alive -

14 agosto 2008

Lestat

“(…) Afastem-se de mim, oh mortais que são puros de coração. Afastem-se dos meus pensamentos, oh almas que sonham sonhos grandiosos. Afastem-se de mim, todos os hinos da glória. Eu sou o íman dos condenados. Pelo menos, durante algum tempo. E então o meu coração grita, o meu coração não fica sossegado, o meu coração não desiste, o meu coração não cede…
… o sangue que ensina a vida não ensinará mentiras, e o amor torna-se uma vez mais a minha repreensão, o meu aguilhão, a minha canção. (…)”
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- Lestat de Lioncourt -
(Anne Rice, Cântigo de Sangue)