
- Bill Watterson -
(Calvin & Hobbes)
When the sun closes my eyes and, in the need to run away to some place safe, i only wish i could stay there eternally...the lost and the gain; the one that killing me keeps me alive...my mysterious enclosure; my absent presence...my running blood, my life in death, my chosen secret, my missunderstood wish...thee...my unnamed feeling!
"Cats have been kept by humans since at least ancient Egypt (...).
"(...) Franqueado o portão principal, corta-se-nos a respiração, não porque a morte em pessoa nos tenha vindo receber, mas porque damos de caras com um imenso jardim, de enormes avenidas, ladeadas de árvores centenárias onde pontua o verde, numa paisagem que nos faz esqueçer que estamos em casa da dita cuja. (...) E ali ficamos à conversa mais um bocadinho, até que outros mortos nos chamam a retomar o passeio. E é mais adiante que finalmente sentimos a presença daquela que até agora, apesar de estarmos nos seus domínios, tinhamos resistido a enfrentar. A "secção" onde estão enterrados os que não tiveram tempo de viver. (...) As campas rasas, uma placa de madeira, um nome, às vezes uma idade, curta, e quase sempre um objecto, que se presume fosse o mais querido da criança ou do jovem ali enterrado, um peluche, um skate, uma camisola, que se recusam a aceitar aquela morte. Aqui o silêncio é sepulcral e a vontade é de chorar."
"Throughout the long span of time in which the human imagination has created beings of fantasy solely for its own pleasure, a dark and erotic creature has existed. Its name is the vampire. In myths, you keep us alive by sacrificing your own heated blood; in reality, you feed our existence with your desperate longing for the ecstasy that we represent.Your's beloved vampire kills to sustain its own life. We have learned to accept and enjoy this act of murder. And so, the story of our fate is redolent with evil. Yet, all around, there is evidence of the human need for us, vampires.What is it that calls you to the concept of the blood-feasting stranger wandering in oblivion of the eternal night? Why do you keep us alive? One answer to these questions is the delicious shiver you feel when you imagine succumbing to our hunger. You play the role over and over again in your minds; you become the victim in this erotic fantasy. You can envision it all: the stranger with ivory skin and jet locks, those unyielding and strong arms, the flicker of translucent eyes, the agony of the piercing kiss, and finally the orgasmic seizure that accompanies the hot and scarlet flow of blood. Yes, it has masochistic undertones, but you love every moment of it. (...)And so, we, the vampires, in reality, are truly eternal."
"(...) Morte! Misteriosa e soturna amiga da fraca humanidade! Porquê, entre todos os mortais, me negas o teu seio protector? Ah, ter a paz da cova! O profundo silêncio do túmulo inviolável! Onde o pensamento cessasse de me atormentar o cérebro e o meu coração deixasse de bater por emoções que são apenas novas formas de tristeza! (...)"
“(…) Olhei para Lestat, que não se movera, o cabelo um pouco acido sobre o ombro esquerdo, tal como dantes(…).Lentamente, afastei-lhe o cabelo com maior ternura e apercebi-me numa silenciosa perturbação que uma das minhas lágrimas lhe caía sobre o rosto.Era vermelha, porém aguada e transparente (…).Todo o peso dos seus desgostos me parecia inimaginável, no meu espírito, a sua noção expandia-se para incluir a tragédia de todos nós, daqueles que matam para viver e que prosperam na morte, mesmo quando a própria Terra a decreta, que são amaldiçoados com esse conhecimento e que sabem de que modo tudo aquilo que nos alimenta agoniza lentamente, deixando de existir. (…).Lentamente, encostei os lábios à sua pele pálida e acetinada, respirando o inconfundível cheiro e sabor, doce e indefinido, profundamente intimo, formado por todos os seus dons físicos e por aqueles que depois lhe foram conferidos, enfiando-lhe os meus caninos aguçados pela pele, de modo a provar o seu sangue. (…).Era espesso como mel, de sabor profundo e forte, um xarope para os anjos. (…).A cada lenta batida do seu coração saía outra golfada, de modo que tinha a boca repleta e a garganta involuntariamente inchada. O som do seu coração tornava-se mais alto, enchendo-se a minha visão de uma neblina avermelhada(…).Lestat não se mexera. Sabia que não. (…)”
"One day you are going to lose everything you have. Nothing will prepare you for that day. Not faith... not religion...nothing. When someone you love dies, you will know emptiness... you will know what it is to be completely and utterly alone. You will never forget and never forgive. (...) So, if anything, at least take this lesson (...): think about what you have to lose. (...)"
"Eles não sabem que o sonho* A song: Welcome home (sanitarium)
* A band:
Metallica
* A movie: Corpse Bride
* A book: Memnoch, the Devil
* A
drink: Champagne
* A food: Chinese
* A place: Home
* An Object: a
Candle
* A fruit: Red aple
* An animal: A velvet winged unicorn
* A
passion: Psychology
* A toy: Begoths
* A feeling: Unnamed